segunda-feira, 1 de março de 2010

140 caracteres de limite.

Inacreditavelmente eu não vou escrever sobre o twitter. O título faz menção ao que o Tas falou, tanto na palestra que assisti dele na Unitoledo quanto no prefácio do livro sobre o twitter:
O twitter é uma maquininha de cutucar corações e mentes na velocidade da luz. Em 140 toques ou menos, a imaginação é o limite. @marcelotas

O que me interessa aqui e agora é mais a imaginação que qualquer outra cois
a.

Durante toda minha vida consciente (porque da inconsciente não me lembro muito...) a criatividade das pessoas sempre foi a "estrela guia" do meu ser.
Ok, a expressão parece nome de revista de horóscopo, mas quando digo isso quero dizer que, de tudo o que posso encontrar em um ser, a criatividade é o faz minha luz vermelha acender.

Desde pequena quando ouvia as história
s, as explicações sem sentido, os facínios internos que cada um traz em si, tudo isso me seduzia de tal forma que nunca consegui me livrar dessa perseguição pela elouquência que a criatividade dá as pessoas.
E assim sendo, fui e ainda sou apaixonada por qualquer coisa que tenha esse "Q" de porque não pensei nisso antes?!? De paixão inacabada, de desejo mórbido, de insensatez mesmo.

Toda a historinha acima é para ilustrar (muito porcamente) o imenso entusiasmo que tive quando vi "o post" do IdeaFixa de hoje (um dos posts). Porque não é somente o fato de um pessoal ter uma ideia legal e colocar isso na rede, mas sim como a mente humana pode fazer coisas incríveis.

70 Million by Hold Your Horses ! from L'Ogre on Vimeo.

Cada coisa que vejo, cada palavra escrita (não por mim, é claro), cada traço que é desenhado, me deixam arrepiada com nossa capacidade, com a quantidade de coisas incríveis e maravilhosas que já foram feitas no mundo e quantas mais podem ser criadas.


Mas há quem duvide disso tudo e, honestidade, eu também desanimo as vezes. Mas não o suficiente para deixar de pensar em todas as coisas do mundo. E quando digo todas, são todas mesmo, as que conheço e as que não conheço ainda. E no que eu mais penso são nas pessoas.

Pessoas como Leonardo da Vinci, pintando sua Monalisa, como Magritte e seu cachimbo, Aristóteles e suas perguntas, Cesar e suas ameaças, Einstein e suas letras, Marie Curi e seu polônio, Coubert e sua visão, Montesquieu, Simone de Beauvoir, Hannah Arendt, Chico Buarque, Vinícius de Morais, ... ah! eu poderia falar de tantos que este post até perderia o sentido.
Ainda bem que não preciso falar mais nada. A humanidade fala por si só.




PS: Para reconhecer alguns quadros, fica a dica!
Update: os quadros utilizados podem ser vistos aqui, no flickr da banda. Acertei quase todos, não?



PS2: Todas as imagens foram pesquisadas no Google. Quando procurei as imagens foi para "ilustrar" o video para a equipe da Voraz e só depois veio a ideia do post. Então, dessa vez fica o dito pelo não dito e faz de conta que as imagens são do Google mesmo, tá?


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Você já conhece a Sabele?

Então que outro dia foi meu aniversário e, em um momento de #presentinhosfellings resolvi comprar umas coisinhas lá.
Conheci a loja por uma dica da querida Lily, via twitter (@lily_zemuner). Ela não deu a dica pra mim, deu pra Lilian do Achados do Dia e eu que de boba tenho mesmo só a cara, aproveitei também.

Essa foi minha segunda compra lá e posso realmente dizer que o atendimento é tudo nessa vida. Fora a rapidez da entrega, o que para compradoras compulsivas pela net é ótimo. Comprei na tarde do dia 11 e dia 12 (meu niver) minha caixinha chegou!!

O site vende, basicamente (mesmo porque eu nunquinha olhei nada além disso) coisas da Natura e do Avon. E se você não tem uma revendedora amiga por perto, lá é o melhor lugar pra comprar. Fora que tem toda a praticidade de comprar pela internet e não leva dias para suas coisas chegarem.
Não arrisco dizer que eles vendem tudo
o que tem no catálogo, mas vendem muitas coisas e ainda tem um precinho diferenciado. Não é um abuso, mas de verdade: tem muita coisa legal.

O único porém é sobre o pagamento via cartão de crédito, pois é pelo Pagamento Digital (o que gera algum juro chato pra você). Mas é preciso dizer: apesar disso, o atendimento deles também é super digno.

As compras em si foram um gloss escândalo da Natura Aq
uarela cor 3, que vi nesse vídeo da Julia Petit. A cor é realmente muito linda, o que se pode comprovar nas fotos da Júlia.



Além dele, comprei o blush e a sombra em creme da linha Natura Faces, dica da Bruna Taveres do Pausa para Feminices. Ela deu a dica neste post aqui.
E na minha simples opinião, o blush de fato arrasa! Mas nada de pele melecada quando for passar ele, pois a cor simplesmente some. Tentei passar depois do hidratante e foi um fiasco! As donas de mega poros (oi!) também redobrem os cuidados, pois ele acumula.



Também levei um micro-susto com o tamanho das embalagens. Ok que está escrito lá 6ml, mas isso nunca me pareceu tão pouco!!



E finalizando o pacotinho, um duo Natura Aquarela na cor 5 (lápis + iluminador). O lápis azul é marinho, mas é aquela coisa meio fraquinha no olho. O iluminador é prata e bem bonito, apesar da pontinha quebrada! Foi no post 3 em 1 sobre lápis das meninas do Coisas de Divas que vi o danado.


Em resumo, foi tudo muito bom. Super recomendo a loja e este post não foi patrocinado. É pura satisfação mesmo!! O endereço é www.sabele.com.br

nayarac.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A torta da Débora (ou quase isso)


Faz um certo tempo que comecei a gostar mais da cozinha.
Digo mais porque de certa forma, sempre gostei e estive nela (fato facilmente comprovado pela desnecessária sequência de fotos que tenho, devorando um sanduíche de presunto. Sim, a infância é injusta!).

Cozinha, na minha cabecinha, sempre se ligou a mamãe. Não que exista em mim qualquer desejo ardente de um pseudo-machismo, mas sempre foi na dita cuja que via ela. Nos bons momentos, nas dores que ela eventualmente sentia, nas horas em que somente um petisco de madrugada te compreende;... sempre foi lá (mas não somente lá) que via minha mãe.

E com ela, tudo sempre foi maravilhoso e "engordativo". Acho que tudo bem, vindo das mães, porque elas não fazem por mal, mas sempre cozinham bem. Vai me dizer que sua mãe também não faz a melhor comida do mundo?
Pois, a minha faz.

E sempre fez com tanto gosto, com tanto prazer que eu simplesmente me colocava na feliz situação de espectadora das panelas, dos cheiros, dos sabores. Mas como a felicidade é uma constante e não uma permanência, eu cresci e tive que conhecer outras cozinhas, longe daquela que me acompanhava até então.
Muitas foram as boas surpresas, outras nem tanto e fato é que cada vez mais fico longe da cozinha de mamãe.

E é triste isso, porque não é só a cozinha ou a comida em si, é o espaço, o momento, a arrumação que fazem a cozinha ser A cozinha e a cozinheira ser A cozinheira.

E como eu realmente não vou poder parar o relógio da vida para ficar mais tempo com ela, resolvi carregar um pedaço de tudo o que vivi naquela cozinha comigo. Porque a cada minuto que me aventuro com as panelas e temperos, é como se eu resgatasse um pouco do tempo que não posso passar mais com a mamãe.
Assim, muitos foram os lugares queridos que comecei a visitar diariamente para ver receitas, modos de preparo, diquinhas, utensílios, tudo para dividir com ela no fim do dia, ou quem sabe preparar no fim de semana. Pois é como o
Vinícius já dizia: "E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?"

E foi em uma dessas aventuras que tentei a mega-hiper-master fácil receita postada pela querida
Débora, do mais querido ainda Cozinha Pequena. Porque né? tudo lá é muito bom e praticamente impossível não amar esse espaço feito com tanto amor e carinho. E como eu sei de tudo isso sem mesmo nunquinha na vida ter visto o Leandro, a Marcele e a Débora? Tão fácil como tudo que eles postam lá: é só reparar no tanto de amor que vai em cada receita, em cada punhado de carinho que é colocado nas letras que contam histórias lindas.

E assim, com a cara, a coragem e um pouco de maçãs, fiz a minha versão (nem tão) doce da Torta (bem) simples. Troquei o azeite pelo óleo (pura preguiça de usar manteiga) e o recheio foi de maçãs fatiadas com uva passas. No lugar do sal, uma xícara de açúcar, que bem podia ser duas ou pelo menos mais meia. O queijo por cima deu um toque que meu paladar implorou para sentir mil vezes mais. Também foi dica dela colocar coco ralado no lugar do queijo. Ficou tudo muito lindo e honesto e eu só tenho que dizer: acreditem no tempo de forno. A minha torta saiu bem mais queimadinha no fundo do que eu imaginava.

Também é minha obrigação dizer que com ela quentinha e uma bola de sorvete de creme ia muito bem.
Pena que a sorveteria estava longe e a fome bem perto.


A mãe não comeu a torta, pelo diabetes que a impede. Mas o namorido gostou muito e eu mais ainda, porque aprendi uma comidinha nova e puder alimentar com amor aqueles que amo tanto!


Obrigada Débora, por mais esse momento que me fez "brincar" de ser minha mãe!


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sem demora, por favor.

"Sempre achei graça dos dedos de uma amiga - eles eram torto. Até que um dia olhei minha mão e vi que os meus são bem mais que os dela."

É quase sempre a mesma coisa, o mesmo percurso que se segue para chegar naquele fim. E quando se fala em fim, logo se lembra do recomeço, da oportunidade que move o mundo. E recomeçar, na contagem maluca do nosso tempo "calendarístico", está mais para um enorme dejavù do que para um novo início mesmo.

Uma pena, eu acho.

Pensando em escrever esse post, me lembrei de anotar quais eram meus desejos para esse final de 2009. Coisas que eu gostaria que entrassem comigo em 2010 e me fizessem uma pessoa mais fashion ou talvez maquiada ou ainda mais organizada. Apêndices, coisas para acompanhar o produto.

Me dei conta, então, de que tudo isso só entra na lista para compor o por fora, o que se vê. Afinal, não tinha wish list para quem eu quero ser no ano que vem. E pensando em uma, imaginei que seria bom se eu pudesse me controlar mais. Em todos os bons sentidos que o controle possa ter: dinheiro, consumo, comida, tristeza, chateação.
Sem um bom auto-controle (ainda é assim que escreve?!?!) é difícil ser feliz; tudo acaba te atingindo e você fica cada vez mais distante de ser "comandante da sua vida".

Acho que também vou pedir um pouco de tolerância para mim. Sei que as vezes tolerar o outro resulta em algo mais do que respeito, mas quando se trata de você mesmo, é fundamental insistir mais. 2009 foi ano ingrato comigo: tive que ser mais do que eu queria, mais até do que eu estava preparada para ser e isso, nessa pseudo contagem, deu resultado negativo. Fiquei mais tempo fora do que dentro, mais tempo sendo outras do que sendo eu. E dói não ser você.

Ser, cada dia mais, o tipo de pessoa que eu gostaria de conviver. Porque não tem nada mais chato do que ser exatamente aquilo que você detesta, ah! não tem mesmo.
Muitos foram os momentos nesse quase moribundo 2009 que convivi com gente "assim-assim". E puxa!!, foi sofrível pra caramba! Gente que fala sem necessidade, que se exibe sem necessidade; gente que exagera do incomodar nosso de cada dia.

Se houve um lado legal nisso, foi o de descobrir nos último minutos, que você não precisa mostrar tudo o que sabe. Muito bem lembrado para mim, obrigada!!

E no resumo, gostaria de sorrir mais em 2010. Cada dia um pouco, cada dia mais sincero.

nayarac.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A vanguarda do gato

O título original desse post era algo como "minha lista para o papai noel", mas hoje, em uma conversa muito esclarecedora com o gato Nino, decidi trocar o nome.

Apesar da relativa distância entre minha promessa de escrever semanalmente aqui e a realidade das coisas, cá estou. Cansada, olhos-panda, sobrevivente de um TCC e de uma meia semana de provas finais; cá estou.

Mas esse é um espaço de alegria e, sendo assim, quero falar de algumas coisas boas que rolaram nesses últimos dias.

A primeira delas (não na ordem dos acontecimentos) foi uma pequena (mas muito, muito, muito fofinha) compra de makes. O legal nem é a compra em si, mas o carinho que recebi de bloqueiras fofas, lindas e suuuuper simpáticas. Me senti cheia de amigas maravilhosas! Tipo, A-M-E-I-!

A compra não era para ser assim como foi (conto isso depois...) mas acabou sendo melhor do que eu esperava. Não chegou nada ainda (comprei um kit de pincéis da EcoTools e pedi umas amostras de pigmentos da MAC) e, para provar que sou boa leitora e medrosa compradora, perguntei para as queridas do Coisas de Divas, MAKEUPalooza e Cruelty Free Makeup sobre os produtos, visto que havia post's sobre os respectivos produtos nesses espaços lindos.

E, foi me sentindo a íntima, que recebi as respostas carinhosas e prestativas. Sabe, para quem é baby nesse mundo de makes como eu, qualquer detalhezinho nos deixa derretendo. Parece que de uma hora para outra viramos as melhores amigas (coisa de doido isso, mas o sentimento é real).
Quero dizer aqui, na minha casinha, o quanto fiquei feliz com a atenção de vocês: Sá, Juliana, Milena e Renata. Beijos! beijos! beijos!

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Outra coisa boa pra contar é sobre o famigerado TCC. De alguma forma, posso dizer que acabou. Foi infinitas vezes mais difícil do que eu imaginei que fosse. Não é exagero, é verdade de quem precisa fazer alguma coisa além. Não sei bem se isso me ajuda ou atrapalha, mas ultimamente só me encontro fazendo coisas muito além de mim. Acho que mereço um parabéns!!

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E como esse post era pra falar de coisas que entraram para a lista de natal feliz e consumista, porque não fazê-lo?
Apesar de gostar muito, muito, muito de comprar, só sonho com coisas de realmente cabem no bolso universitário. Afinal, já basta a ânsia de consumir, já pensou se essa ânsia for ainda maior pelo não consumir? lol

Saca a listinha virtual dos mimozinhos:



Corretivo da Yes! - a saga do corretivo, vocês entendem...(a foto é da Marina do 2Beauty, que aliás fez uma resenha incrível sobre ele);

Tachas: porque eu ainda não tive meu momento Rock (foto de alynejs.wordpress.com/);

Linha Milk do Boticário: sem explicações, embalagens me compram! ( fotos de planetagloss.blogspot.com e vaidosaetodaprosa.blogspot.com);

Pérolas da Avon: mesmo que muitas meninas digam que não é grande coisa, essas bolinhas me arrancam suspiros. (foto de passaneura.com);

Regata cinza: de repente, não mais que de repente, foi uma vontade. (foto de osmeusbricolages.blogspot.com);

Sapatilha nude: porque esse sempre foi o segredo das pernas curtas!! (foto de elle.abril.com.br);

Kit açaí da Natura Ecos: você já cheirou isso? (foto de madameglamour.com.br);

Linha Impala Verão: só na minha cidade que não tem. (foto de paponadacabeca.blogspot.com);

Sapatonline: eu me recuso a explicar qualquer coisa diante dessas imagens (fotos do site: sapatonline.com.br).

Bem, é isso.
Papai Noel se quiser pode me dar tudo ai de cima!!

Bjos e até mais!!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O lado de cá.

Porque há dores que nunca passam.

Eu sempre achei que essa era a real vontade dele. Depois de tantas idas e vindas de uma vida sem muitas explicações, eu achava verdadeiramente, que ele desejava esse descanso.
Não que ele ansiasse por isso, mas fato é que as dores dele também pesavam. E pesavam muito; eram nítidas demais para não enxergarmos.
Por conta disso, nossa vida foi, de certa forma, dedicada a tornar a dele mais leve, menos penosa.

Eu cresci no mundo que ele me contava, com voz rouca e quase sem rodeios. Era simplista, com toda elegância e complexidade que essa palavra contém.
Era rude também, mas não por preferir ser assim. Era, mais do que qualquer outro adjetivo que se possa dar, um humano.

A generosidade em compartilhar seu olhar vago, sua mão enrugada, sua risada frouxa foi enorme; me garantiram uma vida de felicidade plena, contagiante, inexplicável.
Tive, como poucos puderam ter, a alegria, a oportunidade, a dádiva de chamar alguém de avô.

O avô, que era figura pontual na família, se foi há tempos. Mais do que eu gostaria, mais do que eu imaginava.
E mesmo assim, essa ausência continua.

Imaginei que o tempo me ajudaria a lembrar de sua figura mais brandamente, com menos daquela angústia da hora da sua perda, mas isso é só ilusão. Tudo ainda está aqui.

- -
O pai da minha mãe foi também o meu pai. Foi também criança com eu, foi também o pai que meu pai perdeu muito cedo. O amigo dos amigos, a figura cativante da família, a presença sempre requerida, a pessoa certa na História errada.
Desisti de tentar torná-lo uma lembrança, uma passagem feliz e só.
Desisti de me imaginar sem esse pedaço, sem esses momentos de saudade eterna.

A dor não é da partida, é da certeza do nunca mais.

Nayarac.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O pensamento da minha vida.

Claro que eu gostaria de fazer esse post um pouco maior do que ele será, mas minha vidinha está mais corrida do que eu gostaria. Então, vai ser mesmo curto.
Sou uma pessoa mais fashion na cabeça do que na realidade e isso nem é por falta de vontade de transformar conhecimento em moda real.
Fico (ainda) presa em certas barreiras que crio, e isso dificulta meu lado Janessa de ser (musa!!).
Mas hoje vi (mais uma vez) uma coisa tão linda, tão verdadeira de se pensar que vou fazer desse meu lema fashion.

"Regra definitiva de "versatilização", por Fernanda

Pensa sempre que toda peça de roupa que a gente tem no armário ou que quer comprar tem que render pelo menos três looks diferentes. Isso quer dizer que cada peça precisa ser coordenável com outras três peças que a gente tem. E não vale camiseta pink com jaqueta preta, short preto, saia preta: pra valer a pena ter/comprar as nossas peças (to-das) precisa funcionar com outras três peças bem diferentes. Vale até pra vestido, viu? Faz o teste e volta aqui pra dizer se não é uma regra incrível! O guarda-roupa fica enxuto e coeso – e a gente economiza um tanto em compras dispensáveis!"

Mais uma vez as incríveis (porque não cabe adjetivo menor) meninas do Oficina de Estilo, me ensinando que moda é vida.

Nayarac.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Para aprender a olhar.

Micro post, para propor um pensamento.

Quantas vezes você limitou seu pensamento até a margem de seu crânio? E quantas vezes você pensou sobre isso?

Recebi, via twitter, um link muito incrível (não só pelo seu conteúdo, mas pelo que me fez pensar) das queridas do Oficinas. O texto da twitada tinha a palavra beijo e isso já me remeteu a apenas uma forma, um conceito, uma definição.

Eu adoro me enganar com o que penso.

Ainda bem que o link tinha muito mais para oferecer do que minha limitada imaginação.

Confere!


(Post compartilhado com o Blog da Voraz)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A História de Lily Brown (poderia ser a minha tb?)

Como num romance, O homem dos meus sonhos
Me apareceu no dancing, Era mais um...

Só que num relance
Os seus olhos me chuparam feito um zoom

Ele me comia, Com aqueles olhos
De comer fotografia, e Eu disse cheese

E de close em close, Fui perdendo a pose e até sorri, feliz


E voltou
Me ofereceu um drinque, Me chamou de anjo azul
Minha visão foi desde então ficando flou...

Como no cinema
Me mandava às vezes uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema, Me desmilingüindo toda ao som do blues

Abusou do scoth, Disse que meu corpo Era só dele aquela noite
Eu disse please...

Xale no decote, disparei com as faces rubras e febris

E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus, Já vou com os meus
Numa turnê...

Como amar esposa, disse ele que agora só me amava como esposa
Não como star, Me amassou as rosas, Me queimou as fotos, Me beijou no altar...

Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz...


A História de Lily Brown - Maria Gadú


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Um adendo.

Sei que este post deveria ter outro assunto principal, mas como quem não se importa com as regras, vou mudar um pouco a ordem dos fatores.

Antes de falar das pessoas maravilhosas da minha vida virtual, quero registrar meu agradecimento aliviado as pessoas que me ajudaram a vencer um micro desafio pessoal: falar bem em público (não que falar em público seja problemático, mas falar bem é...).

Agradeço a confiança que, mesmo sem saber, despertei em todos. Não sou a pior pessoa do universo, mas não tenho medidas para dizer o quanto sou boa. Mas essa semana percebi que mesmo longe do objetivo final, posso me dizer suficientemente boa.

Depois da confiança, agradeço o apoio; sem ele não se faz nada. Fico feliz em perceber que mesmo em momentos complicados, de extrema irritação, tenho perto de mim aqueles que são mais preciosos que ouro.

A gratidão final vai para aqueles que reconheceram meu empenho e dedicação em elucidar as mentes cansadas e mesquinhas que rondam por ai. Perceber que essas pessoas me agradecem por ter dado um pouco mais de valor naquilo que fazem (mesmo que indiretamente) é valioso. É o mesmo que ver seu próprio futuro, seu próprio valor.

Assim, fica registrado todo o carinho que tenho por cada um de vocês.
Obrigada, do fundo do coração.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Antes de mais nada: você já leu o título desse blog?

Sim, ele não tem esse nome por acaso.
As vezes sinto que tudo nessa minha vida será no estilo "antes tarde do que nunca."
...
Lamentações à parte, minha ausência é muito bem explicada aqui. Não é a coisa mais simples do mundo ter cinco cachorros, mas eu prometo não abandonar meu espacinho fofuxo nesse blog.

Depois de tanto tempo fora, tenho várias novidades. Algumas nem tão novas, por estarem há tempos no blogroll. Acontece que nunca falei o motivo de estarem lá e, people, você é aquilo que lê (ou quase isso). Assim, vou dizer agora porque cada link desse mudou meu modo de enxergar o mundo mais longe.

Começa no próximo capítulo, ok?


Bjos, nayarac.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Grandes emoções.

*Emoção*
Esse é o sentimento de quem vos fala agora.

Explico: hoje, como conclusão de um curso online (esse aqui), participei de um chat com meu muso ever - Luli Radfahrer. (ok, ok. é mesmo uma babação, mas ele merece, tá?).

Brincadeiras a parte, o chat foi mega enriquecedor. Me fez pensar em quantas vezes deixamos de lado o maior diferencial que podemos ter nessa profissão: o conhecimento. Claro que outras coisas também contam, mas não dá para construir uma casa começando do telhado, certo? Conhecimento é base e TODO MUNDO tem que buscar o seu. (não rola pedir emprestado).

E ainda nesse assunto de construções, o maior conselho-dica-sugestão que o muso e todos os colegas do chat deram: saiba o que você faz.

Muitos são os casos em que desenvolvedores web (o pessoal do design entra aqui) são confundidos com o sobrinho do vizinho de um cara amigo seu do futebol, que mexe no computador.

Gente, não pode, né? Não dá mais pra ser assim.

Seu (futuro)
cliente pode não saber o que quer, mas você tem que saber o que faz e o que não faz. Não adianta reclamar depois, quando o trabalho não rende nada.

E, nessa hora, mais uma vez o conhecimento é fundamental: sabendo o que você quer, buscando o conhecimento para tal (não me venham com churumelas! aprender é sempre importante), é que damos qualidade para o que fazemos.

Também rolaram perguntas de mercado e tal. "Gente imbecil e brilhante tem em todos os lugares" (L.R). Então, nada de desculpas físicas para a má qualidade dos trabalhos.

Foi tudo muito bom mesmo.
Tem gente que acha exagerado da minha parte (e de tantas outras por ai) meus elogios a pessoa do Luli. Mas gente, quer profissional mais inspirador que ele?
Pessoa que pondera, que relativiza, que compreende o que fala. É de gente assim que nós temos que nos cercar - gente que não faz "modinhas", faz tendências! (sem referências diretas aos termos das palavras, ok? - só força de expressão).

E falando em inspiração, vale dois mantras para todo o profissional: receber mais informação do que dar (adaptação de um ditato chinês que rolou por lá) e, o mais lindo de tudo: (sobre como escolher boas informações, e gêneros): boa informação é tudo aquilo que te faz pensar que o mundo não é só onde você esta.

Lindo, não?


Mais referência: http://www.youtube.com/watch?v=uP8OhGzWat0

nayarac.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Nada é maior que meu amor nem mais bonito

Antes que você possa perguntar, eu respondo: sim, eu amo a música, a pessoa, a figura, a imagem, a presença, a sonoridade, a história, a existência do Roberto Carlos.

Ontem, assistindo o especial "Elas cantam Roberto" comecei a procurar no meu coração o porque desse amor tão atípico. Afinal, eu não fui a garota do baile, nem a amada amante, muito menos a mulher de 40 dele.

Não vivi nada da magia. Nada, exceto as vezes que fui acordada ao som de Detalhes, oferecida por minha mãe que aumentava o som do velho radinho para eu acordar. Ou ainda as tarde da infância ouvindo a fita k7 que a mãe, quando mocinha, mandou gravar na rádio. Todos aqueles especiais mercadológicos que faziam a família se reunir e chorar no cantinho do olho.

Eu gosto de Roberto. E não é porque ele é lindo pra mim, mas porque é lindo pra tanta gente.
Sempre existe um restinho da sua voz naqueles momentos que guardamos na memória, um pouquinho daquela beleza cantada traduzindo o rosto especial que se transformou em letras, palavras, melodias...

Gostar de Roberto me faz bem, porque me faz pensar que todos temos um momento especial, um amigo irmão camarada, um lugar pra voltar, um amor esquecido, uma amada amante, um medo de amar e perder, um qualquer coisa que nos deixe assim, tão humanos, tão Roberto Carlos.






terça-feira, 5 de maio de 2009

Sobre o que as pessoas pensam.

Este post é um mix daquelas coisas lindas que encontro na web e das que encontro na vida real.
Vida on e off line se misturam quando pensamos que nem tudo pelo que se passa é bom.

Hoje, tive uma experiência curiosa: esbarrei (sem querer, eu juro!!) em um preconceito daqueles bem horríveis. Não vale a pena comentar o caso, mas o fato era que para tal sujeito, moda era uma mera futilidade (não, ele não considerou todos os empregos, as rendas à união, as micro-empresas que vivem do negócio, as bordadeiras do sertão da Bahia, as revoluções, as conquistas, os significados sociais, a estrutura política-econômica-social-ideológica que sustenta a palavra "moda").

Diante dessa situação triste e pequena, meu alívio veio da vidinha conectada: essa delícia de blog, mostrando que pelo menos essas cabeças pensam diferente.

Engraçado também foi a inversão dos papéis: ouvir o preconceito do "joven" e ver no "velho" a prova do contrário foi o melhor da conversa toda.

Link do post: www.advancedstyle.blogspot.com/
Indicado pelo sensacional: Super Zíper

Bjo,
nayarac.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Não sei dizer.

"...eu tive um sonho que minha vida seria
Tão diferente deste inferno que eu vivo..."

Pode ser só pela insistência. Pode ser também pela beleza.
No fundo, não importa. Este blog aqui aceita, mesmo sem motivos.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

E mais ainda - parte II

Dentro desse vai-e-vem de governos particulares, houve a presença de personagens da História política que merecem um olhar mais aprofundado. Dentre eles, os coronéis que, com origem na antiga Guarda Nacional, souberam estabelecer uma teia de poder no interior dos estados no Nordeste quase impenetrável, que dificultava a penetração da nova ordem. Assim, os primeiros anos da república foram pensados para definir o que ela seria. A “consolidação republicana” de Prudente de Morais e continuada por Campo Salles é exemplo.

O que esses presidentes fizeram foi organizar a sociedade (leia-se os grupos que tencionavam tomar o poder) de uma maneira que beneficiasse o principal produto da nação: o café. Pensando nisso, foi criada uma aliança política chamada de Política dos Governadores, onde todos os menbros filiados ao PR (partido republicano) tinham seu quinhão de poder e podiam – todos juntos – dirijir a política nacional para seus interesses. Tão bem pensado e arquitetado o esquema político feito por Salles que ele só veio a baixo depois de muitos anos.

Mas o que tanto era preciso fazer para que o café lucrasse? Para isso, quase nada. Afinal o protudo era a “galinha dos ovos de ouro” da época: sua aceitação no mercado europeu e principalmente norte-americano sempre teve grande êxito. O que se pretendia era uma política interna que supervalorisasse o produto, de modo a deixá-lo valendo muito mais do que de fato valia. Ferrovias, taxas cambiais diferenciadas, garantia de compra pelo Estado da produção não vendida, entre outras medidas foram adotadas para assegurar o café; quanto mais se aplicava nesse sentido, maior era o ganho. Contudo, essa política não pode ser mantida para sempre e quando ela começa a ruir, não há mais salvação para a economia brasileira: afinal o Estado que tanto investiu na cultura do café “esqueceu” de investir em outros meios que pudessem lhe sustentar se o precioso grão faltasse. E foi o que aconteceu, quando acontece a 1ª Guerra Mundial, ele faltou.

Faltou porque em período de guerra todas as econonias se voltam para dentro, seja na produção bélica ou de alimentos de subsistência (no caso, no período de pós guerra). E o café, apesar de muito bem aceito não se enquadra em nenhum dos dois casos – não é bélico nem de primeira necessidade. É assim que seu comércio entra em declínio.

Entre uma e outra tentativa de salvar a economia, que até então é majoriatariamente agrícola, aparecem os primeiros passos do processo de industrialização do país. A grande e ainda crescente massa de imigrantes que há tempos vem para o Brasil (desde o fim da escravidão) já não encontra mais abrigo no campo e parte para as cidades, onde as fábricas podem acolher a todos. Todos não, preferencialmente aqueles que já possuem o conceito capitalista de produção em mente: os imigrantes europeus são absorvidos mais rápido por essas crescentes indústrias.

Rápida também é a dissiminação das ideias políticas do operariado europeu. Sua alta condição politizada faz repercurtir uma situação incômoda há muito tempo pela população urbana brasileira: desde sempre os investimentos foram direcionados para o campo e a cidade não possuia as menores condições de crescimento, muito menos de suportar a onda de novos moradores. Era preciso fazer algo rápido e antes que outros o façam.

A falta de condições urbana, de leis regulamentadoras para o trabalho, os baixos salários, crescente insatisfação e a total desatenção do governo para esses problemas geravam um mal-estar na sociedade brasileira. Principalmente na sociedade paulista que, em 1917 – ano da principal greve da História, tinha cerca de 15.000 operários. Com um contingente desse era improvável que o Estado os ignorassem, mas era o que acontecia: a única relação que o presidente tinha com essa parcela da população era a repressão. Epitáfio Pessoa e sua cúpula não pleitava acordos. Os problemas eram resolvidos com o uso da força.

E até quando essa situação foi sustentada? Como poderia sobreviver um país onde não há políticas que beneficiem campo e cidade, trabalhadores rurais e urbanos? No período que compreendeu a República Velha, a situação durou até o fim: é em 1930 que Getúlio Vargas emcabeça a Revolução de 30 e altera o esquema político. Mas isso não siginifica que a partir de então tudo seria diferente. Getúlio, assim como todos os seus aliados e opositores pertenciam ao mesmo grupo de origem: a elite brasileira. E como era de se esperar, suas posturas foram semelhantes. A era Vargas promoveu mudanças necessárias no país mas não as fez por glória; as fez para dar continuidade a um sistema que ainda iria beneficiar poucos e esquecer-se de muitos.

Sobre a História das coisas e uma explicação

Acho que todos que leem este blog já sabem que pleito a profissão de historiadora.
Pleito porque apesar de estar em um curso de, como diria Caetano, ou não.
Enfim, reflexões a parte, fato é que este post e o que o segue vão conter um papo mais cabeça, um tipo de conversa mais direcionada sobre o que eu estudo.

Neste post vou falar um pouco sobre a República Velha no Brasil e seus pontos mais consideráveis. Claro que por ser uma conversa informal, ela não tem todas as abordagens ou correntes historiográficas. É apenas um "para saber mais" que vou compartilhar com vocês.

Boa leitura.
PS: vou dividir o post em duas partes.

Parte I

República velha é o termo usado para designar um período político no Brasil ocorrido entre os anos de 1889 à 1930. O termo “velho” nada tem a ver com a temporalidade (velho ou jovem) e sim com o estilo político que se adotou.

Para compreender tal estilo, se faz necessário entender o cenário político, econômico, social e ideológico que antecederam a república: o Brasil Império estava em um momento que não era mais capaz de sustentar as espectativas e interesses dos grupos dominantes. Exemplo disso se pode ver na fala dos agricultores ao dizerem que o Império não apoiava economicamente (com pedidos de empréstimos no exterior) as lavouras de café – orgulho e maior fonte de renda do país. Verdade ou não, fato era que Dom Pedro II e sua política já não garantiam o pleno funcionamento do governo.

Diante disso a necessidade de mudar o sistema foi inevitável e todos aqueles grupos que não se sentiam atendidos pelas práticas do Império (cafeicultores, comerciantes, militares) idealizaram que o regime republicano era a melhor opção para se aplicar no país – mesmo que o sentido de república fosse completamente diferente para cada um deles.

Apesar de parecer simplista, a passagem de império para república não o foi: existiam elementos que ainda sustentavam e legitimavam o império, como a escravidão e a própria figura do imperador, e que por suas razões de ser não poderiam ser mantidas. Com a queda desses elementos era mais fácil inserir outra forma de governar aquilo que era desejado por alguns e não o que era preciso por muitos. Afinal, o sistema poderia ser novo, mas a prática que o regeria seria a mesma de antes; não havia e nem houve a intenção de mudar qualquer estrutura no país, somente diminuir as distâncias entre interesses e interessados.


Assim, fica fácil analisar o porque da permanência tão curta do primeiro presidente do país – Deodoro da Fonseca. O marechal, apesar de ser o proclamador da liberdade nacional não pode compreender que era preciso também mudar de postura; sua mentalidade monárquica o levou a ser deposto em menos de 2 anos após a posse. Depois dele, vieram outros que em maior ou menor medida, conseguiam guiar os interesses econômicos brasileiros (mas não sem pormenores e ressalvas) até a grande depressão de 1930.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ainda há tempo.

Mesmo que um tempo bem curto, quase um suspiro de tempo.
Mesmo que um sopro de tempo, uma vaga lembrança daquilo que poderia ser.
Mesmo que uma batida do coração ou apenas um arrepio sutil.

Sempre há tempo para postar alguma coisa que aqueça o coração por aqui.

Links que sempre valem a visita:

Cozinha Travessa - para as mais gostosas travessuras na cozinha.

Mini Saia - para dar o melhor ângulo nas pernocas.

Bobagento - para as melhores risadas.

Jozé de Abreu
- para descançar, depois de tudo isso.


nayarac.

sábado, 4 de abril de 2009

Um pensamento que passou rápido demais

Para aumetar o tempo gasto na frente do pc, resolvi divagar pelas inumeráveis páginas da web.
Em umas delas, vi uma nóticia que falava sobre a gravação do primeiro DVD solo de Marcelo Camelo que teve a participação de Mallu Magalhães.

Ok, Ok. Gostos musicais a parte (não estou aqui
hoje para falar da música deles), o que me fez escrever foi a foto que ilustrava a matéria.

Devido a toda carga preconceituosa que carregamos, a primeira coisa a se pensar é "o que passa na cabeça de uma mãe que deixa sua filha namorar um cara com o dobro da idade dela?".

Confesso: também já pensei isso e muitas outras coisas até menos conservadoras. Mas o fato é que pensei.
Seria mentira dizer o contrário e eu não sou fã de mentiras.

Só que o que realmente precisava pensar eu não pensei: e se eles se gostam? E se for bonito de verdade? E o que tem uma menina namorar um cara com o dobro da idade dela?

A resposta para a última pergunta é nada. Afinal, o sentimento burguês já está fora de moda: vamos voltar a amar aquilo que queremos e pronto.

PS: a motivação para o post veio da beleza da foto de Genilson Coutinho/V
C no G1




quarta-feira, 1 de abril de 2009

1° de Abril

1º. Yes, We Can (Sim, nós podemos).
2º. A conexão caiu.
3º. Trabalhe em casa e fique rico.
4º. Ausente no MSN.
5º. A bateria do celular descarregou.
6º. Experimenta sem compromisso.
7º. Parcelado dá o mesmo preço à vista.
8º. Download apenas para uso pessoal.
9º. Fique rico indicando pessoas.
10º. Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.


Texto auto-explicativo.
Diretamente da terra do Lista 10.

nayarac.